Não ter participado ou não ter sido uma caloira totalmente participante e que foi a todas, faz-me muitas vezes sentir que não estou no sitio certo e deslocada no papel que tento desempenhar.
O que é facto é que é meu dever passar a palavra, ensinar o que sei e o que a praxe me ensinou, muito ou pouco não interessa, o que importa é ensinar e aprender todos os dias!
Mas acho que todos os outros foram caloiros perfeitos, que acham que o importante é marcar posição! Terá sido isso que os doutores e veteranos lhes transmitiram no ano passado ou será uma fuga às suas frustrações?
Acredito que será mais isso… sim porque ninguém precisa de ser aclamado a todo o segundo se não tiver graves problemas no ego…
E quando o mais importante é deixar o outro mal para eu me evidenciar só porque a hierarquia diz que sou superior, ainda que só em idade, isso sim … é um problema de desamor… Será?
Não é por mim … mas é por aqueles que vivem e sentem a praxe ainda mais do que eu… Excelentíssimos doutores… Ensinem … não maltratem!!
Eu ensino, o pouco que sei. Porque nunca fui mal tratada, caso contrário não estaria na praxe até ao fim!
Agora o meu dever é este ainda que todos os dias me questiono se devo ou não estar lá.
Sinto-me observada!
Não me observem, não me critiquem!
Falem comigo! Caso contrário não poderei defender a minha posição!
Aos meus ... continuem assim ... a ser genuínos!!
29 de outubro de 2008
Axolotl colocou-me nos 6 primeiros!
Pois é ... mais um concurso literário que não ganhei!
Mas os primeiros seis lugares tendo em conta a quantidade de participantes pode considerar-se uma vitória ... é o que dizem os que depositaram em mim a certeza de ganhar ...
E é a esses que eu agradeço, porque me deram essa força, incentivo e sofreram comigo até saber o resultado.
Às crianças ou graúdos ... peço que leiam a história do Axol... pode remeter-vos para valores essenciais no que diz respeito à importância da familia e da amizade!
Aos interessados... eu tenho todo o gosto de enviar!
Há tantas crianças que precisam de um mundo de fantasia para se esquecerem da sua vida real ... o Axolotl surgiu a pensar nelas com a "Narrativa de Tarte"!
Obrigada à querida prfessora Ana Pinto pelas suas dicas preciosas!!
Mas os primeiros seis lugares tendo em conta a quantidade de participantes pode considerar-se uma vitória ... é o que dizem os que depositaram em mim a certeza de ganhar ...
E é a esses que eu agradeço, porque me deram essa força, incentivo e sofreram comigo até saber o resultado.
Às crianças ou graúdos ... peço que leiam a história do Axol... pode remeter-vos para valores essenciais no que diz respeito à importância da familia e da amizade!
Aos interessados... eu tenho todo o gosto de enviar!
Há tantas crianças que precisam de um mundo de fantasia para se esquecerem da sua vida real ... o Axolotl surgiu a pensar nelas com a "Narrativa de Tarte"!

Obrigada à querida prfessora Ana Pinto pelas suas dicas preciosas!!
23 de outubro de 2008
OBRIGADO
Obrigado porque tiveste na tua vida um lugar para a minha vida, renunciando a tantas coisas boas que poderias ter saboreado. Porque - mais do que isso - fizeste da tua vida um lugar para a minha.
E de muitas maneiras morreste para que eu pudesse viver.Porque não eras corajoso, mas tiveste a coragem de embarcar numa aventura que sabias não ter retorno.Porque não fizeste as contas para avaliar se a minha chegada era conveniente: abriste simplesmente os braços quando eu vim.Porque não só me aceitaste como era, como estavas disposto a aceitar-me fosse eu como fosse. Porque dirias "minha filhinha" mesmo que eu tivesse nascido deformado e me contarias histórias ainda que eu tivesse nascido sem orelhas. E me levarias ao colo mesmo que eu fosse leprosa. E, mesmo com tudo isso, me mostrarias com orgulho aos teus amigas.
Obrigado porque não tiveste tempo para visitar as capitais da Europa. Porque os teus amigos usavam um transporte melhor que o teu.
Obrigado porque não tiveste vergonha de mim quando eu fazia birras nos museus, ou me enfiava debaixo da mesa do restaurante porque queria comer um gelado antes da refeição. E porque suportaste que eu, na adolescência, tivesse vergonha de que os meus amigos me vissem contigo na rua.
Como eu seria pobre se não te tivesse!Obrigado pelas lágrimas que choraste e nunca cheguei a saber que choraste.Obrigado porque me ralhaste quando me portei mal, quando bati os pés com teimosia, quando "roubei" batatas fritas antes de o jantar estar servido, quando atirei a roupa suja para um canto do quarto.
Obrigado por me teres mandado para a escola quando não me apetecia e inventava desculpas. E por me teres mandado fazer tarefas que eu detestava.
Obrigado por teres querido conhecer os meus amigos, e por todas as vezes que não me deixaste sair à noite sem saberes muito bem com quem ia e onde ia. Obrigado porque eu cresci e o teu coração parece ter também crescido. Porque me deste coragem. Porque aprovaste as minhas escolhas, e te mantiveste a meu lado apesar de ter passado a haver a distância.
Porque levantas a cabeça - mesmo sabendo que por vezes estou ausente.
Obrigado por guardares como tesouros os desenhos que fiz para ti na escola... e as cartas...
E por ficares à porta a ver-me partir todos os dias para mais um longo dia!!
MAS EU VOLTO...TODOS OS DIAS!
E de muitas maneiras morreste para que eu pudesse viver.Porque não eras corajoso, mas tiveste a coragem de embarcar numa aventura que sabias não ter retorno.Porque não fizeste as contas para avaliar se a minha chegada era conveniente: abriste simplesmente os braços quando eu vim.Porque não só me aceitaste como era, como estavas disposto a aceitar-me fosse eu como fosse. Porque dirias "minha filhinha" mesmo que eu tivesse nascido deformado e me contarias histórias ainda que eu tivesse nascido sem orelhas. E me levarias ao colo mesmo que eu fosse leprosa. E, mesmo com tudo isso, me mostrarias com orgulho aos teus amigas.
Obrigado porque não tiveste tempo para visitar as capitais da Europa. Porque os teus amigos usavam um transporte melhor que o teu.
Obrigado porque não tiveste vergonha de mim quando eu fazia birras nos museus, ou me enfiava debaixo da mesa do restaurante porque queria comer um gelado antes da refeição. E porque suportaste que eu, na adolescência, tivesse vergonha de que os meus amigos me vissem contigo na rua.
Como eu seria pobre se não te tivesse!Obrigado pelas lágrimas que choraste e nunca cheguei a saber que choraste.Obrigado porque me ralhaste quando me portei mal, quando bati os pés com teimosia, quando "roubei" batatas fritas antes de o jantar estar servido, quando atirei a roupa suja para um canto do quarto.
Obrigado por me teres mandado para a escola quando não me apetecia e inventava desculpas. E por me teres mandado fazer tarefas que eu detestava.
Obrigado por teres querido conhecer os meus amigos, e por todas as vezes que não me deixaste sair à noite sem saberes muito bem com quem ia e onde ia. Obrigado porque eu cresci e o teu coração parece ter também crescido. Porque me deste coragem. Porque aprovaste as minhas escolhas, e te mantiveste a meu lado apesar de ter passado a haver a distância.
Porque levantas a cabeça - mesmo sabendo que por vezes estou ausente.
Obrigado por guardares como tesouros os desenhos que fiz para ti na escola... e as cartas...
E por ficares à porta a ver-me partir todos os dias para mais um longo dia!!
MAS EU VOLTO...TODOS OS DIAS!
6 de outubro de 2008
A profissão de Educador Social
A profissão de educador social em Portugal é relativamente recente, em resultado, a década de 90 conhece os primeiros educadores sociais com habilitação superior que avançam para o mercado de trabalho com uma necessidade enorme de se darem a conhecer e de demonstrar a validade e as vantagens da sua intervenção.
O educador social estabelece-se, intervindo com as mais diversas faixas etárias (crianças, jovens, adultos, idosos) e nos mais diferentes contextos sociais, culturais, educativos e económicos. Esta polivalência interventiva favorece a profissão ao nível da empregabilidade, embora dificulte ligeiramente a construção de um conceito profissional facilmente delimitável.
Hoje, já bem mais consolidada do que nos seus tempos iniciais, a profissão de educador social revela ainda um rol considerável de lacunas, quer ao nível da própria carreira profissional (característica de uma profissão "nova"), quer ao nível da relação laboral com as entidades empregadoras.
Por outro lado, é possível observar a multiplicidade de experiências profissionais acumuladas pelos profissionais da Educação Social, as quais constituem na realidade, a grande riqueza de uma profissão que tem no geral conseguido obter a qualificação de competente para o seu trabalho.
O Educador Social não trabalha só com indivíduos em situação de vulnerabilidade, mas também com pessoas, independentemente da etapa de vida em que se encontram, estejam ou não em situação de vulnerabilidade social.
Com todas estas o Educador Social, enquanto profissional, estabelece uma relação de proximidade que permite valorizar a importância de cada situação de forma particular, de modo a que cada indivíduo se sinta único e uno.
VAMOS LUTAR PELA DIVULGAÇÃO DESTA PROFISSÃO!!
O educador social estabelece-se, intervindo com as mais diversas faixas etárias (crianças, jovens, adultos, idosos) e nos mais diferentes contextos sociais, culturais, educativos e económicos. Esta polivalência interventiva favorece a profissão ao nível da empregabilidade, embora dificulte ligeiramente a construção de um conceito profissional facilmente delimitável.
Hoje, já bem mais consolidada do que nos seus tempos iniciais, a profissão de educador social revela ainda um rol considerável de lacunas, quer ao nível da própria carreira profissional (característica de uma profissão "nova"), quer ao nível da relação laboral com as entidades empregadoras.
Por outro lado, é possível observar a multiplicidade de experiências profissionais acumuladas pelos profissionais da Educação Social, as quais constituem na realidade, a grande riqueza de uma profissão que tem no geral conseguido obter a qualificação de competente para o seu trabalho.
O Educador Social não trabalha só com indivíduos em situação de vulnerabilidade, mas também com pessoas, independentemente da etapa de vida em que se encontram, estejam ou não em situação de vulnerabilidade social.
Com todas estas o Educador Social, enquanto profissional, estabelece uma relação de proximidade que permite valorizar a importância de cada situação de forma particular, de modo a que cada indivíduo se sinta único e uno.
VAMOS LUTAR PELA DIVULGAÇÃO DESTA PROFISSÃO!!
O QUE É A PRAXE ACADÉMICA?
A Praxe Académica é um conjunto de tradições geradas entre estudantes universitários e que já há séculos vêm a ser transmitidas de geração em geração. É um modus vivendi característico dos estudantes e que enriquece a cultura lusitana com tradições criadas e desenvolvidas pelos que nos antecederam no uso da Capa e Batina. Praxe Académica é cultura herdada que nos compete a nós preservar e transmitir às próximas gerações.
É preciso não esquecer o verdadeiro propósito e filosofia da Praxe Académica. Esta serve para ajudar o recém-chegado a integrar-se no ambiente universitário, a criar amizades e a desenvolver laços de sólida camaradagem. É através da Praxe que o estudante desenvolve um profundo amor e orgulho pela instituição que frequenta, a sua segunda casa. Mas a Praxe Académica também ajuda o indivíduo a preparar-se para a futura vida profissional. Através das várias «missões impossíveis» que o praxado tem de desempenhar, este vai-se tornando cada vez mais desinibido, habituando-se a improvisar em situações para as quais não estava preparado. A função educativa também está presente na Praxe Académica. A sanção de rapar um caloiro quando apanhado na rua a partir de certas horas tem origem na intenção de o obrigar a estudar.
Não se pode confundir Praxe Académica com as «pseudo-praxes», executadas apenas por indivíduos ignorantes na matéria.
A Praxe não pode nunca ser sinónimo de humilhação ou de actos de violência barata levados a cabo por uns quantos frustrados que não sabem o que são as tradições académicas e só usam um traje para se pavonearem na esperança de serem notados. São indivíduos destes os responsáveis pelo actual estado moribundo da verdadeira Praxe Académica que tem vindo a dar lugar a ditaduras absurdas, um pouco por todo o lado, que partem de ignorantes que desejam que a Praxe seja aquilo que lhes apetecer. O espírito académico não se trata apenas de festas e de copos.
A Praxe Académica e o uso da Capa e Batina representam humildade e o respeito pelos outros. O Traje Académico deve ser usado com orgulho, mas nunca com arrogância ou vaidade, pois este simboliza a igualdade entre todos os estudantes. A Praxe Académica tem uma mecânica inerente que, ao ser desrespeitada, acaba por culminar em verdadeiros insultos à tradição. A própria palavra latina PRAXIS significa prática, modo de agir, o que revela uma estrutura e regras que lhe são características.
A Praxe é dura, mas é a Praxe.
DVRA PRAXIS SED PRAXIS!
É preciso não esquecer o verdadeiro propósito e filosofia da Praxe Académica. Esta serve para ajudar o recém-chegado a integrar-se no ambiente universitário, a criar amizades e a desenvolver laços de sólida camaradagem. É através da Praxe que o estudante desenvolve um profundo amor e orgulho pela instituição que frequenta, a sua segunda casa. Mas a Praxe Académica também ajuda o indivíduo a preparar-se para a futura vida profissional. Através das várias «missões impossíveis» que o praxado tem de desempenhar, este vai-se tornando cada vez mais desinibido, habituando-se a improvisar em situações para as quais não estava preparado. A função educativa também está presente na Praxe Académica. A sanção de rapar um caloiro quando apanhado na rua a partir de certas horas tem origem na intenção de o obrigar a estudar.
Não se pode confundir Praxe Académica com as «pseudo-praxes», executadas apenas por indivíduos ignorantes na matéria.
A Praxe não pode nunca ser sinónimo de humilhação ou de actos de violência barata levados a cabo por uns quantos frustrados que não sabem o que são as tradições académicas e só usam um traje para se pavonearem na esperança de serem notados. São indivíduos destes os responsáveis pelo actual estado moribundo da verdadeira Praxe Académica que tem vindo a dar lugar a ditaduras absurdas, um pouco por todo o lado, que partem de ignorantes que desejam que a Praxe seja aquilo que lhes apetecer. O espírito académico não se trata apenas de festas e de copos.
A Praxe Académica e o uso da Capa e Batina representam humildade e o respeito pelos outros. O Traje Académico deve ser usado com orgulho, mas nunca com arrogância ou vaidade, pois este simboliza a igualdade entre todos os estudantes. A Praxe Académica tem uma mecânica inerente que, ao ser desrespeitada, acaba por culminar em verdadeiros insultos à tradição. A própria palavra latina PRAXIS significa prática, modo de agir, o que revela uma estrutura e regras que lhe são características.
A Praxe é dura, mas é a Praxe.
DVRA PRAXIS SED PRAXIS!
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